[ROLEPLAYERS] Corujão RPG na Geek House

Invasão à torre real!
[Todos]

Após convidados à saírem de suas celas e participarem de uma conferência real, os quatro que corriam para fora do subterrâneo com Allana Hills aparecem por uma passagem no final do corredor das celas da torre. Perplexos, o eunuco e o chefe da guarda real comandam que todos subam para ter com o rei Arthur. Após todos se acomodarem na sala do trono e antes do rei começar a falar, três mensageiros chegam com notícias de longe que indicam um possível plano de assassinato aos oráculos e dizendo sobre um grupo que deseja atacar a torre. Arthur diz que os oráculos estão além de seu alcance e que a torre jamais seria atacada em tempos como estes. Ouvindo a todos atentamente, explica a todos que a sua maior preocupação é com o reinado, a economia não vai bem e perdemos contato com nosso maior reino aliado, aponta para seu desejo de casar sua filha com o príncipe de Brusko, um reinado anão rico em minérios e, sabendo por Allana Hills o que houve em baixo da torre, diz querer a Vanguarda Branca exterminada e Sylvana Silvermoon encontrada. Dando um voto de confiança ao grupo que forjara uma carta para entrar na torre, decide que eles devem provar suas boas intenções levando sua filha para Brusko e arranjando o casamento. Em meio à conferência, uma forte batida chama a atenção de todos para as portas da sala do trono se abrindo . Pessoas com mantos brancos invadem a sala e buscam pelo rei enquanto este é protegido e escoltado por parte dos que estavam na sala. Um dos grupos fica e tenta conter a invasão matando alguns dos que entram pela porta e ajudando os guardas no hall de entrada, nocauteando um dos mantos brancos, rapidamente descem e o prendem nos grilhões de uma cela vazia e começam a subir as escadarias para fechar os portões da torre. Descobrem que o mecanismo está emperrado e que a torre está tomada em todos os seus níveis além de que alguns guardas ajudam os invasores. Enquanto isso, o outro grupo procura, com auxílio do rei, uma saída, uma passagem secreta que somente ele conhece. Sobem a torre primeiro e com pressa, seguem o mais rápido possível passando por algumas batalhas, até chegarem numa sala indicada por Arthur. Com os portões fechados, o grupo que continha a invasão, decide subir mais a torre, procurando pelo líder da bagunça. Encontram Alkai, um humano vestido com um manto branco e duas cordas penduradas nos ombros cheios de chifres quebrados. Após uma perigosa luta no pináculo da torre, Alkai se lança para fora, dizendo que não ia deixar seu corpo para eles. Na sala indicada pelo rei, através de um martelo mágico construído por Sylvana, o rei, ao bater num espelho com o martelo, transporta a todos do grupo para um local conhecido à alguns deles, uma sala dentro da Ponta da Estrela, a joalheria de Sylvana, do outro lado de Caldia.

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Desvendando Caldia
A Confusão do Harém

Após descobrirem que a fonte da fumaça era a enorme cratera existente nas
proximidades de Caldia, os aventureiros agora seguem o rastro encontrado de 8 pessoas
indo em direção à cidade na tentativa de compreender o que causou tão gigante erupção
no solo. Terminaram presos no calabouço real, em uma grande enrascada, aguardando julgamento real. Será que sairão dessa?

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Mistério e confusão [mesa 2]
Mesa do Guten

Após a revelação da anã que na verdade era o arquimago, o grupo continua na cidade de Calida, encontram vestígios de que Sylvana passou por algo extremamente fedorento na
cidade e rastros de onde ela estava. Os vestígios do seu rastros levam os aventureiros até uma boca de lobo, que da para os esgotos da cidade. Ao descerem para os esgotos são atacado por 4 grupos de ratos. Abrindo caminho pelos esgotos, continuam a andar pelos tuneis até se deparam com uma galeria maior, que é o final de vários tuneis.

Neste local uma emboscada, 4 cultistas e 4 guardas cultistas espreitam e aguardam os
aventureiros. O bardo do grupo então criou um som fantasma para assim então criar uma intrigas entre os inimigos facilitando a batalha.
Ainda percorrendo os túneis, encontram um caixote que tem um selo do símbolo real e dentro do caixote, suprimentos.

Ao saírem dos esgotos a cidade esta sendo atacada por uma horda de zumbis. Dando fim aos mortos e ao necromante que os controlava, investigam as tendas e encontram uma carta endereçada a ele e um manto curativo:

“….. sei que você fará o melhor, expandir nossas fronteiras é a nossa prioridade…”

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Mistério e confusão [mesa 1]
Mesa do Edu Vancsek

Chegando à capital, procuram pela anã de nome Sylvana Silvermoon, conhecida por ser uma joalheira talentosa, apareceu em uma das visões que um dos grupos obteve. Ao entrarem na oficina são recebidos pela própria e explicam o que aconteceu até então, pedindo para que Sylvana averiguasse os fragmentos. Com um pouco de relutância, entregam as pedras à anã que, assim que as põe nas mãos, começa a rir caminhando lentamente para trás e numa disforme dança de suas roupas e cores, toma a forma de um mago, visto por alguns dos viajantes em outra visão. Eles atacam imediatamente, mas antes que a magia, o martelo, a espada ou o machado atingissem o mago, ele some fazendo com que os ataques destruam parte da parede de madeira.
Desorientados, o grupo foge sendo guiado por um bardo que, aparentemente, passava por ali e ouviu a confusão. Na taverna explica que busca por motivos de cantar novas e grandiosas canções, viver aventuras e por isso, resolveu ajudá-los.
Divididos agora por seus interesses, parte do grupo, procura uma forma de entrar na torre real para falar com Arthur Kenningan, o rei de Caldia enquanto outra parte do grupo busca informações sobre os sonhos, os fragmentos e a anã desaparecida.

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Desespero na Cidade do Sol

Na Cidade do Sol, a população acorda com o alarme da cidade que soa por conta da fumaça que sobe no horizonte, na direção de Caldia. 3 aventureiros se voluntariam para viajar até lá e descobrir o que é. Chegando em suas proximidades encontram uma cratera gigantesca e vestígios de que outras pessoas passaram por lá. Decidem, então, seguir seus rastros que apontam diretamente para a cidade de Caldia.

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A queda da estrela
O início de tudo

Em locais diferentes do continente, pessoas tem dia após dia, o mesmo sonho: As constelações se apagando. É um mal presságio, isso significaria o fim de toda existência e a preocupação atinge a muitos.
Certo dia, antes dos primeiros raios de sol atingirem o céu, uma das estrelas da constelação de Capricórnio se apaga e, após um feixe de luz vermelha riscar o céu, uma grande explosão é vista ao longe seguida por muita poeira e fumaça. Nesse instante crianças e velhos morrem ou ficam demasiado fracos, plantações inteiras são dizimadas e vidas vão sendo entrelaçadas sem que saibam. Alguns para conseguir informação, outros por buscar uma resposta, uns ainda por seguirem ordens ou buscarem conhecimento e outros por interesse apenas, se juntam de diferentes lugares e partem para o local da suposta queda.

Ao chegarem depois de uma longa viagem, são diretamente atacados pelo que parece ser guardiões do quer que tenha caído numa gigantesca cratera. Ao vencerem a batalha, oito pessoas chegam ao centro da depressão e encontram dois fragmentos, pedaços da estrela apagada. Ao segurarem a pequena pedra, visões aparecem em suas mentes e os levam a seguir para Caldia, a capital.

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